A FÉ ACTUA PELA CARIDADE

         

"Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes tiraram-lhe as roupas, espancaram-no e foram-se embora, deixando-o quase morto. Aconteceu que descia na mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: 'Cuida dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'. "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?" "Aquele que teve misericórdia dele", respondeu o perito na lei.
Jesus disse-llhe: "Vá e faça o mesmo". Lucas 10:30-37

 

Ternura e humildade, assim se devem fazer as obras de caridade, nos diz o Papa Francisco de como se deve fazer caridade. 

Nesta página iremos disponibilizando regularmente Instituições e Entidades que estão direccionadas para o Apoio Social e Solidario.

                

                     CONHEÇA A CÁRITAS

Visão

“O testemunho da caridade de Cristo através de obras de justiça, paz e desenvolvimento faz parte da evangelização”. (CIV 15; EM) A Cáritas Portuguesa deve ser uma referência da prática da atividade pastoral da igreja, à luz da sua doutrina social e iluminada pela fé.


Missão

A Cáritas Portuguesa tem como missão o desenvolvimento humano e a defesa do bem comum, através da animação da Pastoral Social, intervindo em ordem à transformação social, fomentando a partilha de bens e a assistência, em situações de calamidade e emergência.


Valores

Caridade e Justiça Social

Compaixão

Espiritualidade

Gratuidade

Opção preferencial pelos mais pobres

Partilha

Subsidiariedade

Universalidade

 

SEJA VOLUNTÁRIO DA CÁRITAS

ACEDA AQUI:

http://www.caritas.pt/site/nacional/index.php?option=com_content&view=article&id=2074&Itemid=13

                         

PROJECTO DAR E RECEBER

O projeto Dar e Receber.pt é uma iniciativa da ENTRAJUDA e da Cáritas Portuguesa que promove uma nova perspectiva na forma como encaramos as ajudas solidárias. O objectivo é incentivar uma sociedade civil participativa nas questões de responsabilidade social por todo o País.

Quem dá eleva-se e participa numa sociedade mais justa.
Quem recebe ganha a oportunidade de viver a vida com maior dignidade.

Ligados por boas causas

O projeto Dar e Receber.pt é uma estrutura inovadora com origem no site online e que tira proveito de todas as vantagens da internet. A facilidade de acesso e a pesquisa tornam as acções de partilha e pedidos mais simples, rápidos e transparentes.


AJUDA - Respostas Sociais em Rede

A plataforma permite pesquisar, de forma simples e intuitiva, as respostas sociais existentes. Aqui há um encontro entre quem necessita de ajuda e as instituições que têm capacidade de dar resposta perto da sua residência.


TEMPO - Bolsa do Voluntariado

É o maior sítio português de voluntariado, tendo 25 000 voluntários registados e mais de 1300 instituições inscritas. Visa dinamizar o encontro de necessidades com as disponibilidades do voluntariado, juntando num mesmo espaço voluntários de todas as idades e níveis socioculturais, todo o tipo de organizações e instituições na área da solidariedade social e ambiental e, por fim, empresas que tenham preocupações de sustentabilidade e de responsabilidade social.


BENS - Banco de Bens Doados

Esta ferramenta online coloca em contacto as pessoas e empresas que doam bens e equipamentos com as instituições e organizações responsáveis pela distribuição.
Simplificadamente, é uma montra que permite verificar as necessidades materiais das instituições e organizações no desenvolvimento do seu trabalho.

             

                     CONHEÇA A FIDESCO

Quem é a Fidesco?

Fundada em 1981 no seio da Comunidade Emanuel, e  resultante de um encontro com bispos africanos,  a Fidesco é uma ONG de solidariedade internacional que recruta, forma e envia voluntários para os países do Sul, durante um ou dois anos, colocando as suas competências profissionais ao serviço de projectos de desenvolvimento, na ajuda às populações locais ou em acções humanitárias. Os voluntários Fidesco colocam-se ao serviço das populações locais, sem distinção de etnias, religião ou cultura.

O que fazem os voluntários ?
A Fidesco envia os seus voluntários para centros de saúde, campos de refugiados, escolas, orfanatos, centros de formação ou ainda para cooperativas agrícolas. Os voluntários partem, consoante as suas habilitações profissionais, para situações que se relacionem com domínios tão variados como o ensino, a gestão, o campo médico e paramédico, a agronomia, a construção…

Um método eficaz
A Fidesco compromete-se a estar ao lado das comunidades mais desfavorecidas, graças ao apoio das suas parcerias locais existentes no terreno. São elas que, melhor do que ninguém, conhecem a realidade do país e as necessidades reais das populações. Os nossos parceiros permitem à Fidesco enviar as pessoas adequadas para os locais certos, agindo assim da maneira mais eficaz possível, para que nem um euro seja gasto inutilmente.

Uma acção internacional
Durante mais de 30 anos, a Fidesco enviou mais de 1200 voluntários para 4 continentes. Possuimos uma larga experiência com o sector internacional através das nossas 11 delegações (França, Bélgica, Portugal, Estados Unidos, Holanda, Austrália, Reino Unido, Alemanha, Polónia, Ruanda e República do Congo) bem como as nossas parcerias locais em 40 países.

Uma ONG católica
A Fidesco é uma ONG católica. Isto  significa que os voluntários que enviamos comprometem-se em nome da sua fé. Se eles não forem católicos, terão de estar pelo menos abertos aos nossos valores e comprometerem-se a respeitar a Carta Fidesco. Trabalhamos essencialmente com a Igreja local. Não  usamos qualquer proselitismo. À imagem da Irmã Emmanuelle do Cairo, os nossos voluntários colocam-se ao serviço dos mais pobres, sem distinção de raças, etnias, cultura ou religião. Enquanto cristãos, comprometem-se em nome da sua fé a contribuir para um testemunho de amor e de compaixão, ao serviço dos menos afortunados, assinalando-se também que, em caso algum, tentarão «converter» seja quem for.

Em Portugal

Fidesco-Portugal existe desde 2006 e é reconhecida pelo IPAD como ONGD e, portanto, como entidade de utilidade pública. O nome social de Fidesco-Portugal é FIDEMA - Associação para a Cooperação e Desenvolvimento.

«Fidesco» ?
Os voluntários que partem com a Fidesco são solteiros(as), famílias, jovens ou reformados(as) que desejam partir em nome da Fé e ao serviço dos mais carenciados. Daí o nome de FIDES – CO : Fé (fides em latim), e CO : de cooperação. Da maneira mais prosaica, a Fidesco é igualmente o acrónimo para «Federação Internacional para o Desenvolvimento Económico e Social pela Cooperação».

SEJA VOLUNTÁRIO DA FIDESCO

ACEDA AQUI:

http://www.fidesco-international.org/pt/

               

CONHEÇA A REFOOD

A Re-food é uma organização de atuação micro-local, criada para re-aproveitar excedentes alimentares e re-alimentar quem mais precisa.
 
O projeto Re-food é um esforço eco humanitário, 100% voluntário, efetuado para e pelos cidadãos ao nível micro-local, com o objetivo de acabar com a fome nos bairros urbanos. Ao mesmo tempo, procura acabar com o desperdício de alimentos preparados, reforçando os laços comunitários locais.

Tentamos criar uma ponte humana que liga quem tem uma sobra diária a quem tem uma necessidade diária.

A visão global consiste em replicar este conceito em todos os bairros de Lisboa (tornando Lisboa na primeira cidade do mundo sem desperdício de alimentos preparados) e, quem sabe, em todos os bairros do país ou do mundo!

 
Páginas Oficiais Re-food

Facebook (www.facebook.com/refoodportugal)

Blog (www.re-food.org/blog)

Twitter (www.twitter.com/re_food)

 

 

         

CONHEÇA O BANCO ALIMENTAR

O que é o Banco Alimentar Contra a Fome?

O Banco Alimentar Contra a Fome é uma resposta necessária mas provisória porque "toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente que lhe assegure e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda aos serviços sociais necessários" (Excerto do artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos do Homem).

Os Bancos Alimentares são Instituições Particulares de Solidariedade Social que lutam contra o desperdício de produtos alimentares, encaminhando-os para distribuição gratuita às pessoas carenciadas.

São organizações de pessoas de boa vontade que, juntando os seus esforços de uma forma voluntária, pretendem minorar o problema da fome numa determinda região.

Qual o objectivo principal do Banco Alimentar?

O objectivo principal do Banco Alimentar, é a luta contra o desperdício. Numa economia de mercado que gera excedentes alimentares em perfeitas condições de consumo, mas que por razões diversas não são comercializáveis, a postura de gratuidade dos Bancos Alimentares chega a ser provocatória.

Como aceitar a destruição de alimentos quando na mesma sociedade onde eles são produzidos, milhares de pessoas se encontram sub-alimentadas?

Os produtos alimentares não comercializáveis são, na sua grande maioria, destruídos, facto que é moralmente inaceitável. Para além disso, existem custos importantes de destruição e de de retirada do mercado. Para os agricultores como para os industriais ou para os distribuidores, a finalidade da sua acção económica, é conseguir colocar os produtos, na mesa do consumidor. Esse objectivo falha quando o circuito é interrompido, antes de ter sido concretizado. O papel do Banco Alimentar é pois, o de fazer chegar esses produtos, que se destinam à alimentação, a pessoas que se encontram total ou parcialmente, afastadas do acesso ao consumo, por falta de recursos financeiros.

Para que serve a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome? 

A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, coordena a acção dos Bancos associados, representa-os junto dos poderes públicos, das empresas de âmbito nacional e de organizações internacionais, anima a rede disponibilizando informação e meios materiais e efectua, a nível nacional, a repartição de algumas dádivas, criando uma vasta cadeia de solidariedade. 

Como criar um Banco Alimentar?

Em primeiro lugar, é necessário contactar a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome. Esta dará todo o apoio necessário à eventual celebração de um contrato de utilização de marca e sinais distintivos "Banco Alimentar contra a Fome".

O Bancos Alimentares são sempre dirigidos por um grupo de Voluntários - a Direcção - que é escolhida pela Assembleia Geral da Associação, opera por períodos de 3 anos e submete as contas, ao exame de um Conselho Fiscal.

Para operar, um Banco deve  necessáriamente ser associado da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome que, por sua vez, é associada da Federação Europeia dos Bancos Alimentares, com sede em Paris.

Direitos e Deveres do voluntário


Actuar com as pessoas, famílias e comunidade é estabelecer uma relação de reciprocidade de dar e receber que exige direitos e impõe deveres.


DIREITOS DOS VOLUNTÁRIOS:

. Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
. Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;
. Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;
. Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
. Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
. Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
. Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

DEVERES DO VOLUNTÁRIO



Para com :

OS DESTINATÁRIOS:


· Respeitar a vida privada e a dignidade da pessoa;
· Respeitar as convicções ideológicas, religiosas e culturais;
· Guardar sigilo sobre assuntos confidenciais;
· Usar de bom senso na resolução de assuntos imprevistos, informando os respectivos responsáveis;
· Actuar de forma gratuita e interessada, sem esperar contrapartidas e compensações patrimoniais;
· Contribuir para o desenvolvimento pessoal e integral do destinatário;
· Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.

 

A ORGANIZAÇÃO PROMOTORA

· Observar os princípios e normas inerentes à actividade, em função dos domínios em que se insere;
· Conhecer e respeitar estatutos e funcionamento da organização, bem como as normas dos respectivos programas e projectos;
· Actuar de forma diligente, isenta e solidária;
· Zelar pela boa utilização dos bens e meios postos ao seu dispor;
· Participar em programas de formação para um melhor desempenho do seu trabalho;
· Dirimir conflitos no exercício do seu trabalho de voluntário;
· Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.
· Não assumir o papel de representante da organização sem seu conhecimento ou prévia autorização;
· Utilizar devidamente a identificação como voluntário no exercício da sua actividade;
· Informar a organização promotora com a maior antecedência possível sempre que pretenda interromper ou cessar o trabalho voluntário.


OS PROFISSIONAIS:

· Colaborar com os profissionais da organização promotora, potenciando a sua actuação no âmbito de partilha de informação e em função das orientações técnicas inerentes ao respectivo domínio de actividade;
· Contribuir para o estabelecimento de uma relação fundada no respeito pelo trabalho que cada um compete desenvolver.

 

OS OUTROS VOLUNTÁRIOS:

· Respeitar a dignidade e liberdade dos outros voluntários, reconhecendo-os como pares e valorizando o seu trabalho;
· Fomentar o trabalho de equipa, contribuindo para uma boa comunicação e um clima de trabalho e convivência agradável;
· Facilitar a integração, formação e participação de todos os voluntários.


A SOCIEDADE:

· Fomentar uma cultura de solidariedade;
· Difundir o voluntariado;
· Conhecer a realidade sócio-cultural da comunidade, onde desenvolve a sua actividade de voluntário;
· Complementar a acção social das entidades em que se integra;
· Transmitir com a sua actuação, os valores e os ideais do trabalho voluntário.

 

fonte:http://www.voluntariado.pt

 

 

 

 

 

 

 

Associação Mateus 25

 
O nosso BI
 

o bom samaritano

É a Associação de Cooperadores voluntários das Capelanias hospitalares do Patriarcado de Lisboa, uma associação privada de fiéis (com personalidade jurídica no foro canónico e civil) que tem como referência o capítulo 25 do Evangelho de S. Mateus, nomeadamente o apelo contido no versículo: “estava doente e visitaste-me”.

 
 

Voluntariado pastoral: Associação MATEUS 25

 
Vocação e missão
 

“Estava doente e visitaste-me” (Mt 25, 36)

A solicitude pelos doentes, antes de ser um desafio de Jesus àqueles que Ele chamou, foi uma opção Sua: durante a Sua vida pública, ungido pelo Espírito Santo, percorreu a Galileia e a Judeia fazendo o bem e curando os doentes (cfAct 10, 38). Os Apóstolos e a Igreja nascente assumiram o cuidado dos doentes e dos pobres como uma tarefa importante enuma relação estreita com o anúncio do Evangelho.

Ao longo dos séculos essa aventura nos territórios da compaixão tem sido plasmada em múltiplas formas, conforme a inspiração criativa do Espírito. Em todas elas se descobre, de geração em geração, o dom generoso e silencioso de miríades e miríades de protagonistas da caridade. O voluntariado não é, por isso, uma invenção recente: é, afinal, uma invenção agápica do próprio Cristo, um caminho para O encontrar e amar.

Mateus 25, bebendo deste mesmo espírito, vive animada pelo desafio de se encontrar com Cristo em cada doente. Como o bom samaritano, derrama, em suas feridas e dores, temores e ansiedades, o vinho e o óleo do amor e da esperança, dando um novo alento de vida e um consolo de fé.

A boa vontade para fazer o bem não chega: é necessário fazê-lo bem. É necessária organização, formação, compromisso, qualidade. A Mateus 25, criada pelos capelães para enquadrar num novo movimento o voluntariado agregado às capelanias hospitalares, teve na origem da sua fundação a preocupação de uma melhor e mais formação, de uma maior qualidade na colaboração pastoral dos voluntários cooperadores, de uma colaboração mútua entre capelanias e de uma abertura das capelanias à presença da comunidade.

 
WEBSITE OFICIAL: http://mateus25.pt/