RESPONDENDO AO ISLÃO

RESPONDENDO AO ISLÃO

Alcorão é ou não revelação de Deus?

Muitos Muçulmanos dizem que o Alcorão de hoje é idêntico às revelações recebidas por Muhammad. Porém, há uma quantidade esmagadora de evidências sem respostas que dizem o contrário. Isso inclui as evidências de variações tanto antes quanto depois de Othman (o terceiro Califa, também chamado de Uthman, Osman, Osmã, etc).

Estas contradições, que em seguida apresentamos, são de conhecimento lógico, histórico e religioso. Embora não sirvam como base para a nossa crença de que o Alcorão não é a revelação de Deus (já que há assuntos de muito maior conseqüência entre a mensagem da Bíblia e a mensagem do Alcorão), eles mostram-nos que há problemas legítimos na crença de que o Alcorão é a revelação de Deus aos homens, já que Deus é sabedor de tudo e infalível, portanto não daria informações erradas.

Como Cristãos, encontramos as respostas na Bíblia.

 

Números 23 diz-nos:

Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? (vs 19)

 

Deus, que é conhecedor de tudo e poderoso, não pode errar na Sua revelação ao homem. Os problemas no Alcorão e as diferenças entre a Bíblia e o Alcorão são numerosas, deixando uma dificuldade sem solução para o Islão que diz ser o cumprimento da Bíblia.

 

Uma lista parcial de problemas e contradições no Alcorão

Esta é uma lista parcial de problemas encontrados no Alcorão, as quais, segundo o nosso conhecimento, permanecem sem resposta. Os vossos pensamentos, comentários ou explicações para qualquer um dos pontos abaixo são bem-vindos.

 

                                    

1. Criação: O relato bíblico do Gênesis diz que Deus criou tudo em seis dias (veja Gênesis 1:1 – 2:2). O Alcorão, porém, tem um problema de verdade aqui já que a Surah 41:9, 10, 12 tem um total de oito dias de criação (4+2+2=8). Enquanto isso, a Surah 10:3 dá um total de seis dias de criação. Isso é um problema de auto-contradição.

 

                                   

2. Faraó: Segundo o Alcorão (Surah 7:120-125), o Faraó usou a crucificação contra os sacerdotes – uma prática que não tem nenhuma evidência histórica precedente ao Império Babilônico. Mais uma vez, este é um problema de compreensão histórica.

 

                                 

3. O Bezerro de Ouro: Segundo o Alcorão (Surah 20:90-100), um Samaritano ajudou os Israelitas a construir o bezerro de ouro, e o bezerro de ouro teria mugido após sair do fogo. Na realidade, os Samaritanos não existiam como povo até pelo menos 1000 anos após os tempos de Moisés e do êxodo Israelita do Egito. Novamente um problema de compreensão histórica.

 

                                     

4. Judaísmo: Segundo o Alcorão (Surah 9:30), os Judeus crêem que Ezra é o Filho de Deus – Messias. Isso jamais foi uma doutrina do Judaísmo. Isso é um claro problema de conhecimento distorcido de outras religiões e mal conhecimento de um fato histórico.

 

                                         

5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada. Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.), e acreditava ser divino, forçando as outras pessoas a reconhecerem-no como deus. Na Índia, no rio Hyphasis (agora rio Beas), Alexandre erigiu doze altares dos deuses do Olímpo. Mais uma vez o Alcorão mostra erros históricos e religiosos.

 

                        

6. A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho. Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad. Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo. O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno.

 

                                        

7. Maria: Segundo o Alcorão (Surah 19:28; 3:33-36), Maria, a mãe de Jesus, era filha de Imran ou Amram, o pai de Moisés e Aarão. Também diz que Maira era irmã de Moisés e Aarão. Muhammad confundiu Maria com Miriã.

Um segundo ponto interessante sobre Maria é a história da palmeira falando e oferecendo seus frutos a ela (Surah 19:23). Essa lenda é facilmente rastreada junto a lendas similares nos apócrifos “Proto-Evangelho de Tiago”, “Pseudo-Mateus” e “o Evangelho da Natividade de Maria”, todos escritos nos séculos IV e VI, e foram cridos por sectários da Arábia. (Informações mais profundas sobre as fontes do Alcorão podem ser encontradas no The Religion of the Crescent do Rev. W. St. Clair Tisdall).

 

    

8. Variantes textuais do Alcorão: Muitos Muçulmanos dizem que o Alcorão de hoje é idêntico às revelações recebidas por Muhammad. Porém, há uma quantidade esmagadora de evidências sem respostas que dizem o contrário. Isso inclui as evidências de variações tanto antes quanto depois de Othman (o terceiro Califa, também chamado de Uthman, Osman, Osmã, etc).

fonte: http://www.answering-islam.org/