SANTO ANTÓNIO DE PÁDUA

10-12-2013 03:32

Próprio dos Santos: 13 de junho

Sugestão de leitura - Comum dos Santos: Isaías 61, 1 – 3a – O Senhor me ungiu para anunciar a Boa Nova e a Esperança; Lucas 10, 1 – 9 – Ide como cordeiro entres os lobos

 

“ Ele Veio a Ti para Poderes ir a Ele “

 

“Fala em línguas quem está repleto do Espírito Santo. As diversas línguas são o testemunho que devemos dar em favor de Cristo, a saber, humildade, pobreza, paciência e obediência. Quando os outros virem em nós estas virtudes, estaremos nós falando a eles. Nossa linguagem é penetrante quando é nosso agir que fala. Eu vos conjuro, pois, deixai vossa boca emudecer-se e vossas ações falar! Nossa vida está tão cheia de belas palavras e tão vazia de boas obras”. (Santo Antônio de Pádua. Sermões sobre São Mateus 23,1-12 comentado pelo Santo Doutor).

 

Santo Antônio é conhecido como Santo de Lisboa. Nascido em Lisboa, Portugal em 1195, de família guerreira, com ascendentes cruzados, seu nome de registro é Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. Desde bem jovem Fernando estabelecera seu futuro. Apesar de ter pais exemplares, o mesmo não ocorria no ambiente social da nobreza: a futilidade e o desperdício invadiam palácios e castelos. Decepcionado e desprezando aquela vida, Fernando dobrava o seu tempo de oração e pedia a Nossa Senhora que o iluminasse. Depois, decidido, renunciou à herança paterna e aos títulos nobiliários e ingressou na comunidade dos cônegos regulares de Santo Agostinho, no mosteiro de São Vicente de Fora, que, como o nome indica, estava localizado nos arredores de Lisboa, onde permaneceu por dois anos. Fernando acabava de completar 16 anos.

 

Em razão da proximidade do mosteiro com a capital, Fernando recebia muitas visitas dos parentes e amigos, que perturbavam a paz que ele havia escolhido. Por este motivo decidiu abandonar aquele local e transferir-se para o mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, sem trocar de ordem religiosa, onde permaneceu durante nove anos. Nesse mosteiro de Coimbra, se hospedaram os frades Franciscanos do convento de Santo Antônio dos Olivais, quando viajavam para converter os muçulmanos em Marrocos, na África. Pouco tempo depois, os restos mortais desses frades - martirizados em Marrocos - voltaram a Portugal, para o sepultamento desses heróis. Nessa ocasião, ‘Santo Antônio’ sentiu grande desejo de evangelizar Marrocos e imitar os mártires. Por isso, no verão de 1220, entrou para a Ordem dos Franciscanos de Santo Antônio de Coimbra, mudou seu nome para Antônio, que era o titular do convento franciscano dos Olivais, e foi mandado para Marrocos.

 

No início de novembro de 1220, Santo Antônio desembarcou em Marrocos, mas terrível enfermidade o reteve na cama todo o inverno e resolveram devolve-lo para Portugal. O navio de volta a Portugal foi levado pelos ventos para a Itália. Desembarcou na Sicília e se dirigiu para Assis, onde se encontrou pela primeira vez com São Francisco. Então, participou de um Capítulo Geral da Ordem, que começou a 20 de maio de 1221, em Assis. Fiel imitador de Cristo, humilde, carismático e taumaturgo, foi um exímio pregador do Evangelho. Amante da pobreza e dos pobres, defendia os deserdados e explorados. Como discípulo de São Francisco, seu pai espiritual, Santo Antônio também amava a natureza e a solidão. Quando não era ouvido pelas pessoas, dirigia-se às aves e aos peixes. Passava muitos dias em meditação e oração em lugares afastados, longe do barulho e da agitação das cidades. Viveu como eremita no convento e foi incumbido das humildes funções de cozinheiro vivendo na obscuridade até que seus superiores, perceberam seus extraordinários dons de pregador. Admitido na província franciscana da Romagna, na qual recebeu em Forli a ordenação sacerdotal em 1219, e por ter se revelado como excelente orador e pregador, em setembro de 1221, fazendo o sermão em Forli, na ordenação sacerdotal de franciscanos e dominicanos, surpreendeu o Provincial e todos ficaram maravilhados. Por conta disso, o Provincial o encarregou da ação apostólica contra os hereges na região da Romagna e no norte da Itália, quando se tornou extraordinário pregador popular.

 

Em Rimini, os hereges impediam o povo de ir aos seus sermões, então, apelou para o milagre. Foi à costa do Adriático e começou pregar aos peixes, que acorreram em multidão, mostrando a cabeça fora da água. Este milagre invadiu a cidade com entusiasmo e os hereges ficaram envergonhados.

 

Após alguns anos de frade itinerante, foi nomeado, por carta, por São Francisco, o primeiro ‘Leitor de Teologia’ da Ordem. Mas, este magistério de teologia para os franciscanos de Bolonha demorou pouco porque o Papa mobilizou todos os pregadores dominicanos e franciscanos para combater a heresia albigense na França. Passou três anos, lecionando, pregando e fazendo milagres no sul da França – Montpellier, Toulouse, Lê Puy, Bourges, Arles e Limoges. Como ocupava o cargo de custódio do convento de Limoges, foi para Assis participar do Capítulo Geral da Ordem, convocado por Frei Elias, a 30 de maio de 1227. Nesse Capítulo foi eleito Provincial da Romagna, cargo que ocupou com êxito até 1230.

 

Na solidão do claustro, Santo Antônio entregou-se com empenho à oração e ao estudo. Aprofundou-se na doutrina do grande doutor da igreja, santo Agostinho, e começou a saborear a doçura e a suavidade do Senhor. Dedicou sua aguda inteligência a conhecer mais profundamente as Sagradas Escrituras, que, sendo livros inspirados por Deus, contêm, "a plenitude da sabedoria"- expressão muito usual entre os mestres de teologia da Idade Média. Vale destacar que, na leitura dos Santos Padres da Igreja, guardava na memória tudo o que lia, levantando a admiração dos monges que o cercavam. Os anos que permaneceu em Coimbra foram determinantes para o conhecimento das ciências sagradas. Entretanto, esses progressos eram mais frutos da graça de Deus e de seu esforço pessoal do que do ambiente monacal e do trabalho dos mestres competentes, pois naqueles anos os monges do mosteiros estavam envolvidos nas intrigas políticas de seu país, muito nefastas e cruéis. Foi chamado “arca do Testamento” pelo Papa Gregório IX e Tomás de Vercelli, por causa de seu método de exegese e também” Martelo dos hereges.” Foi considerado exímio teólogo, peritíssimo exegeta e perfeito frade menor, porque num tempo de grave crise da Ordem, fez da pregação como que uma cátedra itinerante, considerando -a como uma lição de teologia.

 

Passava muitos dias em meditação e oração e enquanto rezava em um desses eremitérios, recebeu a visita do Menino Jesus. Em razão dessa aparição, Santo Antônio é representado carregando o Menino Jesus nos braços. O lírio que aparece nos braços ou nos pés, é o símbolo da pureza. A sua mensagem de fé e de amor para com Deus e a sua caridade para com os pobres continuam atuais. Sal da terra e luz do mundo, Santo Antônio é tão procurado pelas pessoas que se tornou um dos santos mais populares do mundo.

 

Em 1231 quando sua pregação atigiu o vértice, Santo Antônio retirou-se para uma localidade perto da cidade de Pádua. Com a saúde debilitada pelo excesso de trabalho apostólico, pelo jejum e pela penitência, recolheu-se no convento-eremitério de Arcela dos frades franciscanos, em Camposampiero, perto do castelo de um amigo seu, nobre e conde. Em volta do castelo havia um bosque espesso e nele, uma nogueira enorme com uma ramagem densa e a copa em forma de coroa. Santo Antônio pediu ao nobre cavaleiro que construísse para ele uma pequena cela entre os galhos da árvore, como lugar afastado e próprio para o silêncio e para contemplação. Ali escreveu uma série de sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais seriam reunidos e publicados entre 1895 e 1913. Dentro da Ordem Franciscana, Santo Antônio liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior Elias.

 

Um dia, enquanto fazia a refeição no convento de Argela, foi acometido por um forte mal-estar, que paralisou todos os membros do seu corpo. Os frades o levantaram e deitaram sobre um leito de palhas. Santo Antônio foi piorando progressivamente. Pediu a presença de um religioso para se confessar, que lhe ministrou também o sacramento da unção dos enfermos e depois de ter comungado, entoou seu hino predileto dedicado a Nossa Senhora, a quem sempre demonstrara grande devoção: ("Ó Senhora gloriosa excelsa sobre as estrelas"). Depois com um sorriso e uma expressão de paz imensa, disse aos que o cercava: "Vejo o meu Senhor", e entregou a alma a Deus, o que aconteceu em 13 de junho de 1231.? Tantos foram seus milagres e tal sua popularidade, que foi canonizado no ano seguinte, 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo Papa Gregório IX. É chamado de "doutor do Evangelho”, pela grandeza com que soube pregá-lo. A profundidade dos textos doutrinários de Santo Antônio fez com que em 1946 o Papa Pio XII o declarasse Doutor da Igreja. No entanto, o monge franciscano conhecido como Santo Antônio de Pádua ou de Lisboa tem sido, ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular.

 

Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada. Quando o corpo foi desenterrado sua lingua foi encontrada intacta e é venerada há mais de 700 anos. Tal foi seu amor ao Filho de Deus feito homem, que a pregação sobre o mistério da Encarnação de Verbo era o ponto mais excelente.

Mensagem e Atualidade.

“A nova coleta da Missa menciona duas notas da fisionomia de Santo Antonio. Em primeiro lugar, o dote “de insigne pregador, quem em Antonio Deus deu ao povo”. Em seus sermões em geral e nos sermões festivos, colocados em ordem entre 1228 e 1231, são citadas duzentas e cinquenta obras de noveta e seis autores (não sendo, porém, citado São Francisco); neles Santo Ant§onio revela um espírito auntenticamente franciscano, isto é, de fidelidade ao evangelho sine glossa(“sem glosa”) A linguagem embora floreada, segundo o uso do tempo, às vezes é dramática, e ao mesmo tempo cheia de ternura, como quando se dorigiu ao Bispo de Tolosa, Simão de Sully: “E agora, mitrado, falarei a ti (“et nunc tibi loquar cornute”). Como diz a leitura do ofício, que combina bem com os dias depois de Pentecostes, os vários modos de falar são diferentes testemunhos prestados a Cristo; segundo outro sermão: “O fogo do Espírito Santo, que domina tudo com seu vigor, é um mistério que devemos deixar alastrar livremente em nós”.

 

A segunda nota da coleta é a súplica a Deus, “para seguirmos os ensinamentos do evangelho e experimentarmos na provação o socorro da misericórdia”. O título de intercessor e amigo dos oprimidos, reconhecido pela piedade popular, não é fictício, como mostra a lei a respeito dos devedores, assinada em Pádua, em 1231, isentando da perda da liberdade pessoal os que não podiam pagar multas e compromissos financeiros (essa lei trás o seu nome). E como confirma também sua mediação, infelizmente sem frutos – depois de ter lançado anátemas e pedidos a piedade dos tiranos -, junto a Ezzelino Romano, que mantinha na prisão o paduano Rizzardo de São Bonifácio. Também na Lombardia, Santo Antônio pregou contra a usura e contra a prisão dos devedores, muitas vezes os mais pobres. Aqui se prescinde do mito criado pela piedade popular em torno de Santo Antônio, com narrativas de visões, milagres, bilocações e do dom das linguas e de conversões de hereges em massa. Mas na intercessão deste socorro, a coleta não pode fazer-nos ignorar o pão de Santo Antônio, que é pão dos pobres, porque continua a ser dstribuído, em seu nome, em todas as igrejas franciscanas do mundo.

Na fidelidade à verdade hostórica das fontes, somos convidados a imitar o santo, que São Francisco chamava “seu bispo”, por causa de seu amor à Sagrada Escritura, que o tornava não só hábil na argumentação, mas também, eficiente na persuasão, porque sabia confirmar com o comportamento o que pregava.

A iconografia, que o representa com um livro, faz referência ao seu conhecimento da Sagrada Escritura, como a chama e o coração são símbolo de seu ardor na pregaçào. Enfim, a imagem de Santo Antônio como o Menino Jesus nos braços quer lembrar a visita divina em um dos seus frequentes êxtases. Para nós, a atualidade do santo consiste na imitação de seu ideal de fidelidade ao Evangelho e de seu zelo pelo diálogo com os que erram, praticado por ele sem sua curta vida “(LODI, Enzo – Os Santos do calendário Romano – Paulus – São Paulo - 2@ edição – 2007 – p.206)

 

Dos Escritos de Santo Antônio

Palavra de Deus: “São os pobres, os simples, os humildes, que tem sede da palavra da Vida e da água da Sabedoria. Porém os mundanos, que se embriagam com o cálice dourado dos vícios, os sabichões, os conselheiros dos poderosos – acreditem-me, se puderem! – não aceitam que se lhes anuncie a Mensagem divina. Escutar de boa vontade a paavra de Deus é um grande sinal de predestinação. Da mesma forma com que o exilado procura e ecuta com satisfacão notícias provenientes da sua terra, também se pode dizer que já tem o coração voltado para o céu o cristão que escuta com interesse quem fala da pátria celeste”.

Oração: “A oração é uma demonstração de afeto para com Deus, uma conversa afetuosa e familiar com Ele, um descanso da mente iluminada lá do alto e que procura aproveitá-lo o máximo possível. A oração é também solicitar os bens temporais necesários para a vida presente; aqueles, porém, que os pedem ao Senhor com verdadeiro espírito cristão sempre subordinam sua vontade à dele, ainda que seja somene a necessidade que os leva a rezar: só o Pai celeste é que sabe quais coisas nos são realmente necessárias no âmbito temporal. Finalmente, a oração é também ação de graças, reconhecendo os benefícios recebidos e oferecendo a Deus, em troca, todas as nossas obras, para que nossa oração seja contínua.

 

Conversão: “Como deve ser a contrição pelo pecado? Escuta o salmista: ‘Sacrifício para Deus é um espírito contrito. Um coração contrito e esmagado Tu não o desprezas’. Com estas palavras estão sendo indicadas a conpunção de espírito pelos pecados cometidos, a reconciliação do pecador, a contrição universal por todos os pecados e a contínua humilhação do pecador sinceramente arrependido. O espírito do penitente, quando estracalhado e coberto de feridas, é um holocausto aceito por Deus. Deus faz novamente as pazes com o pecador, e o pecador com Deus.”

 

A Graça: “Pela Graça, é o próprio Espírito Santo que, como esposo, se une à alma purificada por um amor penitente. É uma divina união, da qual nasce o cristão, herdeiro da vida eterna…Podemos, assim, dizer ao Filho de Deus: “Somos osso de Teus ossos e carne de Tua carne!’ Senhor Jesus, tem compaixão da nossa fraqueza, perdão pelos nossos pecados! Tem compaixão de nós, teus membros ó Senhor! Estende-nos tua mão fraterna, para que cada dia da nossa vida aqui na terra seja um passo adiante em nossa peregrinacão rumo `a casa do céu. Dá-nos tuas graças a nós, pecadores, para que nos aproximemos de Ti, para Te escutarmos sempre! Digna-Te acolher-nos junto a Ti e ser nosso divino alimento no grande Banquete da vida eterna! “

 

Fé: “A fé é a virtude principal, e quem não cre é semelhante àqueles hebreus que no deserto se rebelaram contra Moisés: sem a guia de Moisés, isto é, sem a fé, não se entra no Reino de Deus; a fé é a vida da alma. Cristão é aquele que, com a alma iluminada pela fé, percebe claramente os mistérios de Deus, professando-os publicamente com os lábios. Fé verdadeira é a que se faz acompanhar pela caridade. Para o cristão, crer em Deus não significa acreditar que Ele é erdadeiro e fiel; significa sim acreditar amando, acreditar abandonando-se a Deus, unindo-se a Ele e tornando-se um só com Ele.”

 

Nossa Senhora: “O Senhor criou o paraíso terrestre e colocou nele o homem, para que o cultivasse e o guardasse. Infelizmente Adão o cultivou mal e guardou mal. Foi então necessário que Deus plantasse outro paraíso, muitíssimo mais belo: Nossa Senhora. Neste segundo paraíso foi colocado o novo Adão, Jesus, que realizou maravilhas e o guardou, mantendo-o imaculado. Como és bela na alma e resplandecente no corpo, ó minha Mãe, nas delícias eternas! Aqui neste mundo , a Santíssima Virgem foi bem pobre e desconhecida; mas no céu ela é gloriosa e bela, a rainha dos anjos. Que ela sempre te encante e entusiasme! Que sempre te sintas arrebatado pelo seu amor! Desse modo, abismado em contemplá-la, só poderás desprezar os prazeres enganadores deste mundo e calcar aos pés a concupiscência da carne”. (Orações em honra a Santo Antônio – Paulus – São Paulo – 1994 – Tradução: Georges Maissiat – p.9 a 29).

 

 

 

Responsório De Santo Antônio:

 

Se milagres desejais,

Recorrei a Santo Antônio;

Vereis fugir o demônio

E as tentações infernais.

Recupera-se o perdido,

Rompe-se a dura prisão

E no auge do furacão

Cede o mar embravecido.

Todos os males humanos

Se moderam, se retiram,

Digam-no aqueles que o viram,

E digam-no os paduanos.

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

Pela sua intercessão

Foge a peste, o erro, a morte,

O fraco torna-se forte

E torna-se o enfermo são.

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

V: Rogai por nós, bem-aventurado Antônio.

R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

 

Oremos

 

Ó Deus, nós vos suplicamos, que alegre à Vossa Igreja a solenidade votiva do bem-aventurado Antônio, vosso Confessor e Doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Com aprovação eclesiástica

Santo Antônio, Rogai por nós!

 

Exulta, Lusitania felix; O felix Padua, gaude. Exulta, feliz Portugal; ó feliz Pádua, alegra-te. Eu repito estas palavras juntamente com o meu predecessor Pio XII. Alegra-te, Pádua, nas tuas origens romanas e mesmo pré-romanas; aos esplêndidos acontecimentos da tua história tu acrescentas o nobilíssimo título de guardiã da vivente e palpitante memória de Santo António, no seu glorioso túmulo. De ti, de fato, o seu nome se difundiu e ressoa ainda em todo o mundo, por esta especial característica: a genuinidade do seu perfil evangélico".(S.S. Papa João Paulo II em seu discurso em Pádua, no dia 12 de Setembro de 1982, por ocasião da sua memorável visita à Basílica de Santo António.)

 

 

Rogai por nós, bem-aventurado Antônio.

 

FONTE: http://www.veritatis.com.br